DEVANEIO
Brilha o sol, aquece a pele o corpo e a alma. A brisa num suave murmurar nos ouvidos. Doce devaneio de alma. Ansiedade incontrolável. Explosão no peito. Há! Angustia, desejo de amar, sonhar, construir castelos e ver da janela lentamente o tempo passar. Turbilhões de partículas quânticas, e poeira estelar que pousam na terra, Doce anelar, cai folhas, caiem, pétalas, grãos de areia a se agitar, tomando forma desaparecendo no ar. Engrenagens a girar, arrastando consigo o peso do aço a liga dos átomos, ligando e distribuindo, a força do trabalho. Flores cheirosas presente que as raízes dos vegetais extraíram da terra, fragrância divina diluindo no ar. Rasto na areia desaparecendo ao vento que sopra na praia, como a vida a se apagar.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Lápíde de um passageiro
LÀPiDE. DE UM PASSAGEIRO
Na minha curta passagem por este planeta, como um relâmpago que o Céu riscou. Eu vi. O astro maior seu séquito de planetas e Satélite guiando e vidas animais e vegetais transportando.
A Vida se formando. A Mulher seu filho amamentando. A Leoa, e outros animais deitada e os filhotes o leite sugando. Eu vi a morte impiedosa vidas ceifando como o lavrador sua colheita catando. Eu vi sementes germinando e em árvores se transformando e O Homem com o machado ou a moto serra na mão tudo derrubando.
Eu vi Crianças sorrindo, correndo, caindo e levantando, olhando para frente, em adulto se transformando. Colhendo sucessos, Outros desilusões, Um batendo palmas, outros batendo pregos nas tábuas do caixão.
Eu vi o Sol nascer iluminando todos os objectos dando vida a tudo. Pinceladas aqui outras acolá, umas intensas outras suáveis. Tudo colorindo, como o artesão vai suas
jóias com ouro banhando. Assim retocando e aquecendo, e sementes germinando, flores desabrochando, folhas caindo e a vida se propagando.
Eu vi as sombras se formando onde a luz não incide diretamente e onde as cores são mais brandas, e os seres viventes repousam seus corpos de energia carente. Nos pincéis dos artistas os objetos se destacando e valorizando.
Eu vi e ouvi choros de dor profundo e lágrimas salgadas nas faces jorrando e sorriso rasgado na cara na brancura dos dentes ou deles ausentes com as mesmas lágrima os mesmos produtos, mas a razão diferente. .
Eu não vi e também não ouvi, mas nos meus sonhos construir castelos nos mais nobres dos mármores, Onde a beleza reinava e o Ser Humano era perfeito, Ruíram, desmoronaram. Diluíram se aos ventos. Todavia continuo a vislumbrar estas ruínas como arquitetura Grega.
Eu estava lá! Vendo o Mar agitado quebrar as ondas no rochedo e em brancura de espuma se formando, e o Rochedo de peito aberto não estremecia e não cedia. As gaivotas ao alto tudo via.
Naveguei em águas agitadas em furiosas turbulências, fui jogado contra o rochedo e encalhei em bancos de areias, sempre em momentos passageiros, Há! Mais naveguei em longas jornadas em águas serena cortando planícies, sempre olhando as margens de rara beleza e vidas exuberantes.
Na praia as ondas rasteiras traçavam formas nas areias desenhadas, o Vento afoito e teimoso no ar os grãos da areia lançando e apagava os rastros de quem por ali passou.
Talvez sonhando, sorrindo ou chorando.
Há! E nas noites escuras em um Céu profundo eu cravei o olhar na imensidão do Universo e nas Estrelas de brilho cintilante eu senti a pulsação. Tentei fazer minha mente pousar na superfície de cada uma delas más não conseguiu voltei a por os pés no chão e acordei.
Eu vi a Guerra produzindo dor, e o sangue jorrando. E Pais seus Filhos na estúpida ignorância no fanatismo seu filhos educando, Mandando pro ar sua frágil matéria em.
Fantástica explosão. Filhos de Deus, Outros filhos de Deus Matando. E o Diabo se regozijando
Foi no verdadeiro silencio, Na paz da alma e na serenidade da luz do luar sobre o rochedo, ou nas profundezas do universo sentindo as estrelas murmurar.
Eu ouvi vozes que ninguém falou Musica que nimguem compôs e vi cores que a luz ainda não iluminou, e árvores balançando antes do vento açoitar Há? Sentir a fragrância
Antes das flores ao céu lançar.
Eu vi a beija flor no ar quase pairando, formigas folhas carregando. O grilo cantando A caldeira fumegando o motor zoando a engrenagem girando e a força arrastando
Muitas coisas eu vi de olhos aberto, outras preferi ver de olhos fechados, principalmente à estupidez de quem se auto denomina filho do criador herdeiro da aureola divina. tudo podendo tudo fazendo.
Participei de mesa minguada onde a fome não era saciada e sofri calado, pois não tinha para quem reclamar Porem participei de mesa farta, acompanhando vinho. De boa casta e entre parentes e amigos em felizes momentos brindamos à vida.
Eu dispensei tempo valioso em ver coisas tão fúteis! Sem importância para á maioria das pessoas, mas colhi frutos deliciosos, Eu vi o ferreiro o ferro quente malhando e moldando em objectos transformando fagulhas voando. O marceneiro o prego na tábua batendo a cada batida o prego cedia, ao martelo obedecia Eu vi o vento a poeira levantando, no ar grãos de areia dançando e sem pressa se dispersando.
Eu recebi graciosamente, a luz que ilumina e aquece. As partículas do oxigénio que meus pulmões aspiram e meu corpo irriga. Os alimentos que produzem a energia, força motora que nos move. E água este liquido precioso que nos hidrata Porem muito pouco posso retribuir! Apenas algumas minguadas gramas das cinzas, produto da incineração da minha matéria, que pedirei aos meus parentes e amigos que arremessam ao vento, desta forma possa essas migalhas ser útil aos vegetais E folhas e flores dela possa se beneficiar.
Henoch Amorim. 21/04/2007
.
domingo, 23 de agosto de 2009
Uma Semente
Uma semente
Frágil sem esperança, lá espremida entre grãos de areia, deu um sinal de vida.
E germinou. A princípio, mal tinha força para romper o peso que o cobria, más aos
Pouco foi reagindo, criando força, e a terra foi cedendo, até que as primeiras,
Folhas de cor marrom e retorcidas, receberam os primeiros raios de luz, então,
Mais folhas apareceram, E como quem lança vôo aos céus, cresceu e tornou-se rapidamente, Árvore frondosa e lá no alto seus galhos e folhas bailavam aos sons do vento.
Uma folha
Meio verde amarelada, meio marrom, outrora viçosa e brilhante lá no alto no topo.
No meio de tantas outras, cedeu do galho e caiu suavemente, planando. Lá embaixo na face do chão tocou, saiu da terra e para a terra voltou.
Uma flor
Lá entre tantas folhas, na pontinha do galho desabrochou um botão, Uma flor, é rosa,
Vermelha, azul, que importa! È uma flor. Que fragrância deliciosa, Lógico é Uma flor. Abelhas e insetos a sugar seu néctar para fazer o mel, e daí é uma flor.
Acabou seu reinado e murchou há! Que bom ninguém as colheu, caiu lá no chão, a Terra
Cedeu, a terra acolheu.
Um fruto
Caiu à folha foi-se à flor, não tem mais o verde da folha nem a fragrância da flor, más lá Na pontinha dos galhos, um fruto nasceu, verdinho brilhante desafiante, a crescer, cresceu,E vermelha ficou. Gostosa cheirosa, que maravilhosa, e pássaros, Abelhas e insetos Despertar, Missão cumprida, As sementes caíram lá no chão e germinaram.. Fim de um Ato e o início de outro. É o espetáculo da vida sobre a Terra.
Henoch D. Amorim
Frágil sem esperança, lá espremida entre grãos de areia, deu um sinal de vida.
E germinou. A princípio, mal tinha força para romper o peso que o cobria, más aos
Pouco foi reagindo, criando força, e a terra foi cedendo, até que as primeiras,
Folhas de cor marrom e retorcidas, receberam os primeiros raios de luz, então,
Mais folhas apareceram, E como quem lança vôo aos céus, cresceu e tornou-se rapidamente, Árvore frondosa e lá no alto seus galhos e folhas bailavam aos sons do vento.
Uma folha
Meio verde amarelada, meio marrom, outrora viçosa e brilhante lá no alto no topo.
No meio de tantas outras, cedeu do galho e caiu suavemente, planando. Lá embaixo na face do chão tocou, saiu da terra e para a terra voltou.
Uma flor
Lá entre tantas folhas, na pontinha do galho desabrochou um botão, Uma flor, é rosa,
Vermelha, azul, que importa! È uma flor. Que fragrância deliciosa, Lógico é Uma flor. Abelhas e insetos a sugar seu néctar para fazer o mel, e daí é uma flor.
Acabou seu reinado e murchou há! Que bom ninguém as colheu, caiu lá no chão, a Terra
Cedeu, a terra acolheu.
Um fruto
Caiu à folha foi-se à flor, não tem mais o verde da folha nem a fragrância da flor, más lá Na pontinha dos galhos, um fruto nasceu, verdinho brilhante desafiante, a crescer, cresceu,E vermelha ficou. Gostosa cheirosa, que maravilhosa, e pássaros, Abelhas e insetos Despertar, Missão cumprida, As sementes caíram lá no chão e germinaram.. Fim de um Ato e o início de outro. É o espetáculo da vida sobre a Terra.
Henoch D. Amorim
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
O Dia
Após os astros no firmamento se retirarem no final da aurora rainha, O astro rei com todo fulgor deu o seu sinal de existência lá no horizonte, Atrás dos morros. No inicio apenas um clarão, depois foi tomando forma até sua plenitude total sua luz radiante já brindava toda natureza que parecia brindar com taça de cristal a alegria de um novo dia. As gotas de orvalho ainda sobre as folhas cintilavam como diamante, encravado em jóias raras adornando a beleza da mulher. Banhava o chão as longas sombras sobre as relvas, pois a tocha divina que ilumina a terra ainda estava em nível do horizonte e apenas pincelava os pontos mais altos.Com sua luz ainda branda, mas era notada a sua pressa, em atingir o Zênite. No céu as aves planam com regozijo repetindo a sinfonia de todos os dias, às vezes alçando vôo das arvores já com seus apetites saciados, parecem privilegiadas de se aproximarem de Deus. A labuta do ser humano sobre o planeta é intensa cada um carregando seu próprio universo pessoal alguns os constróem maior do que podem carregar invadindo a órbita dos outros. E assim nas suas tarefas diárias, pulam dos seus leitos entram nas engrenagens, o café? Estou atrasado e as crianças/ com quem ficam, leva na escola, fica com a vovó. A mãe já foi para suas tarefas ou compromissos. Todos correndo muito, passo a passo comendo chão, subindo escadas atingindo andaimes, lá no alto se agitam bate prego bate tábuas sacode a poeira que voa e cai no chão. Outros nas suas maquinas loucas deslizando no asfalto, buzina na mão sai da frente que lá vou eu, ôba? Ultrapassei mais um. Acelera vida na desvairada corrida do eu chego lá. Máquina dentada, monstro de aço consertando o asfalto comendo o chão. Cheiro de óleo queimado, fumaça no ar ardendo nos olhos à lágrima caindo, correndo na face, lágrima salgada a mesma do sorriso de ontem, desce do carro atravessa a rua esbarra em um desvia de outro, espera no farol ver de longe um conhecido abana a mão, no relógio da praça o ponteiro girando no tic tac as horas devorando o tempo. Parado na banca de jornal olha a manchete ver estampado uma explosão do Homem bomba mandando pró-ar sua frágil matéria, matando inocente e sua própria vingança. Sobe escada aciona o elevado, sobe andar por andar ouvindo historias sorrisos abertos, lamentos profundos, ninguém comenta o céu estrelado da noite passada. Já chegou ao seu andar, cumprimenta colegas, em sua mesa, balcão ou cozinha se é da limpeza pega a vassoura, pois é seu instrumento para ganhar o pão, Olha no relógio pensando na hora do lanche, ou do almoço, não vai à janela desconhece os que trabalham no prédio do lado, no corre corre de sempre lanche ou almoço ainda mastiga na rua. Parece senhor de si, pois pisa no centro de sua sombra indicando que o astro rei está no meio do céu e começa a decida. O tempo abafado termômetro nas alturas, suor na testa passa o lenço, olha para o alto, não viu do outro lado da rua lá nas alturas entre andaimes e concretos.
Pregos e tábuas homens trabalhando. Volta ao trabalho o tempo passa já pensa na hora para casa voltar, o astro rei já irradia uma luz dourada misturada com poeira, às longas sombras de prédios e arvores, já deitam no chão o oposto do amanhecer. Preparando o retorno fecha gavetas, bate porta arrasta cadeiras estica cortinas. Aciona elevador que desce lotado, espera o próximo, desce apertado encostado num canto ouvindo outras histórias e algumas piadas em caras cansadas, olha de lado moça bonita cabelos longos caindo nos ombros, leva bolsa a tiracolo e flores na mão,
Abre as portas do elevador todo correndo para a rua a moça bonita sumiu no meio da multidão. Pessoas correndo lojas fechando o operário da construção descendo correndo pró Ônibus que vai acelerando fumaça voando. O dia passou e na pressa não viu as crianças na praça correndo, comendo pipoca, folhas e pétalas caindo da arvore cobrindo o chão e os pardais pulando e se alimentando ninguém prestou atenção, todos numa desenfreada e louca corrida de volta para casa. Transito infernal, cidadão irritado nem olha de lado, Não choveu, não tem enchente nem transito congestionado. O astro rei já se foi deve estar banhando o outro lado, outras vidas animal e vegetal, nos céu já escuro, coberto com véu de fumaça e poeira impedem que veja estrelas e planetas, diamantes brilhando encravados na imensidão. A terra girou o tempo passou perdeu um quinhão da centelha de vida que lhe é permitido a sua existência. Já em casa cansado janta apressado, para assistir seu programa de televisão, vai para a cama dorme agitado, acorda cedo o mesmo horário de ontem, não canta o galo nem a cotovia.
Mas tem pardal na varanda bicando migalhas. Não vira a pagina, apenas volta ao ponto de partida, numa copia quase fiel do que fez ontem... Tudo repete no mesmo cenário, o mesmo holofote. Atores e figurantes interpretando o espetáculo do cada dia.
Pregos e tábuas homens trabalhando. Volta ao trabalho o tempo passa já pensa na hora para casa voltar, o astro rei já irradia uma luz dourada misturada com poeira, às longas sombras de prédios e arvores, já deitam no chão o oposto do amanhecer. Preparando o retorno fecha gavetas, bate porta arrasta cadeiras estica cortinas. Aciona elevador que desce lotado, espera o próximo, desce apertado encostado num canto ouvindo outras histórias e algumas piadas em caras cansadas, olha de lado moça bonita cabelos longos caindo nos ombros, leva bolsa a tiracolo e flores na mão,
Abre as portas do elevador todo correndo para a rua a moça bonita sumiu no meio da multidão. Pessoas correndo lojas fechando o operário da construção descendo correndo pró Ônibus que vai acelerando fumaça voando. O dia passou e na pressa não viu as crianças na praça correndo, comendo pipoca, folhas e pétalas caindo da arvore cobrindo o chão e os pardais pulando e se alimentando ninguém prestou atenção, todos numa desenfreada e louca corrida de volta para casa. Transito infernal, cidadão irritado nem olha de lado, Não choveu, não tem enchente nem transito congestionado. O astro rei já se foi deve estar banhando o outro lado, outras vidas animal e vegetal, nos céu já escuro, coberto com véu de fumaça e poeira impedem que veja estrelas e planetas, diamantes brilhando encravados na imensidão. A terra girou o tempo passou perdeu um quinhão da centelha de vida que lhe é permitido a sua existência. Já em casa cansado janta apressado, para assistir seu programa de televisão, vai para a cama dorme agitado, acorda cedo o mesmo horário de ontem, não canta o galo nem a cotovia.
Mas tem pardal na varanda bicando migalhas. Não vira a pagina, apenas volta ao ponto de partida, numa copia quase fiel do que fez ontem... Tudo repete no mesmo cenário, o mesmo holofote. Atores e figurantes interpretando o espetáculo do cada dia.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Animais extintos. Dentessauro e porcossauro
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Brasilia Ilha da Fantasia
BRASILIA – Ilha da Fantasia
No reino de Brasília, ou simplesmente a feudal Brasília, onde todos sonham um dia chegar. Mesmo que para isto sejam capazes de ser contra tudo e todos, mesmo que seja prejudicial ao País.
É lógico que lá chegando tudo muda, e se torna um sonho.
No judiciário brincam atrás de máscaras chamadas instituições democráticas, desta forma são capazes de tudo em matéria de encenação, e na verdade o principal é defender os gordos salários e privilégios adquiridos em sua Ilha Feudal, onde parentes, amigos e patrocinadores vivem as mil e uma noites.
Já os políticos estes sim vivem no reino encantado, os seus vassalos, os Super amigos, Constantinos, bicheiros, lobistas estão sempre por perto facilitando sua difícil função. E assim o fazem...
- Seu doutor o senhor espirrou? Está aqui um lencinho, tem também um comprimido, olha! eu sempre carrego uma garrafinha de água. Vai viajar? Pega meu jatinho, fez filho clandestino? Deixa com agente doutor!
Seu carro quebrou? O pneu furou? Use o meu, e devolva se quiser!
É um verdadeiro exército a disposição de sua majestade, a abelha rainha, que vai ter em mão aquele projeto, aquela licitação que os beneficiará, terá alguém que vença essas tentações? Se for um Fausto, com certeza venderá a alma ao Diabo, se for o Harry Potter com certeza vencerá todas as bruxarias.
Mas meu Deus! Somente aqueles que nasceram com os dons divinos, chamados caráter e dignidade, esses sim vencerão essa vergonhosa barganha diabólica.
E não devemos esquecer que os meios de transporte utilizados para se chegar a este reino foram com certeza, comprometedores.
Ou foram os lideres sindicais que venderam ilusões, funcionários públicos bem sucedidos que distribuíam berneses, Lideres religiosos que intermédia, graças e benevolências, empresários com o poder econômico nas mãos.
Enquanto isto nós míseros mortais ou seres primitivos, assistimos de braços cruzados a esse desrespeito para com o cidadão. Esses usurpadores da Pátria deveriam pelo menos se esconder atrás de uma barba, pelo menos não saberíamos que nem ficam roxos de vergonha
.
Henoch Amorim.
No reino de Brasília, ou simplesmente a feudal Brasília, onde todos sonham um dia chegar. Mesmo que para isto sejam capazes de ser contra tudo e todos, mesmo que seja prejudicial ao País.
É lógico que lá chegando tudo muda, e se torna um sonho.
No judiciário brincam atrás de máscaras chamadas instituições democráticas, desta forma são capazes de tudo em matéria de encenação, e na verdade o principal é defender os gordos salários e privilégios adquiridos em sua Ilha Feudal, onde parentes, amigos e patrocinadores vivem as mil e uma noites.
Já os políticos estes sim vivem no reino encantado, os seus vassalos, os Super amigos, Constantinos, bicheiros, lobistas estão sempre por perto facilitando sua difícil função. E assim o fazem...
- Seu doutor o senhor espirrou? Está aqui um lencinho, tem também um comprimido, olha! eu sempre carrego uma garrafinha de água. Vai viajar? Pega meu jatinho, fez filho clandestino? Deixa com agente doutor!
Seu carro quebrou? O pneu furou? Use o meu, e devolva se quiser!
É um verdadeiro exército a disposição de sua majestade, a abelha rainha, que vai ter em mão aquele projeto, aquela licitação que os beneficiará, terá alguém que vença essas tentações? Se for um Fausto, com certeza venderá a alma ao Diabo, se for o Harry Potter com certeza vencerá todas as bruxarias.
Mas meu Deus! Somente aqueles que nasceram com os dons divinos, chamados caráter e dignidade, esses sim vencerão essa vergonhosa barganha diabólica.
E não devemos esquecer que os meios de transporte utilizados para se chegar a este reino foram com certeza, comprometedores.
Ou foram os lideres sindicais que venderam ilusões, funcionários públicos bem sucedidos que distribuíam berneses, Lideres religiosos que intermédia, graças e benevolências, empresários com o poder econômico nas mãos.
Enquanto isto nós míseros mortais ou seres primitivos, assistimos de braços cruzados a esse desrespeito para com o cidadão. Esses usurpadores da Pátria deveriam pelo menos se esconder atrás de uma barba, pelo menos não saberíamos que nem ficam roxos de vergonha
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Henoch Amorim.
sábado, 15 de agosto de 2009
ARVORE SÍMBOLO
Certa vez perguntei a mim mesmo, porque ainda não havia escolhido uma arvore como símbolo meu? Talvez como um logotipo, todos nós escolhemos ídolos, artistas, Animais Flores e etc, etc, etc, E porque não uma Arvore?
Então, cheguei próximo do Ipê amarelo e era época de sua florada Fiquei atônito com tanta beleza, eram flocos, cachos lá no alto uma cor amarelo intenso brilhante parecia querer competir com o astro Rei com tanta força e brilho. Folha não tinha estas já haviam feito suas tarefas caíram no chão e a Terra-as consumiam, mais já era o chão repouso para as flores que caíram parecia um tapete, a principio.
Pensei já ter resolvido esta questão seria o Ipê amarelo o meu símbolo, Mesmo porque já existia na minha Alma esta passagem na infância quando vagava pelos campos, a minha mente as registrou, e nunca mais se apagou.
Da mesma forma o Ipê roxo, já de folhas destituídas, Quanta poesia ao redor, nos transporta as esferas só pela musica alcançada. “O que me parece a sua cor está mais para o lilás” Mas ocupa igual espaço do amarelo, Não existiria beleza na natureza e na própria existência, sem algumas pinceladas com nuanças de lilás. A cor preferida dos Anjos.
Todavia antes de tomar uma decisão resolvi perambular ver outras arvores e assim o fiz,
E fui ver de perto a Quaresmeira por sorte demorei um pouco e encontrei não uma, mais várias e exatamente já era também época de sua florada, eram flores e mais flores lilás, roxa, e até violeta, lembrei-me de paisagens que já conhecia nos campos e na Serra do Mar, Lá incrustada no meio da vegetação a nos encantar. Vi abelhas, Besouros e aves o néctar colher, Então de choque minha alma foi tomada, meus olhos de lágrimas umedecido, há vi Anjos sim, Não muito claro é lógico era apenas manchas que com minhas lágrimas confundiam pareciam ter asas.
Que e o néctar também colhiam. Bom! Talvez fosse apenas um devaneio, Há! O chão parecia cobrir se com um grande manto Roxo, pois pétalas e mais pétalas rodopiavam, rodopiavam, bailavam ao vento e caiam, parecia até que havia uma felicidade em pousar na terra, como se estivesse retribuindo benesses.
Já havia o Ipê amarelo na recordação, O Roxo e o lilás no sentimento.
Não posso trair meus sentimentos, pensei!
Passaram algum tempo sem tomar uma decisão, Foi quando comecei observar uma grande arvore, era robusta e frondosa,
seu tronco de porte elegante, de grande altura e protegida por espinhos tipo bico de papagaio impossibilitando algum afoito tentar escalar seu lenho, ainda tinham seus galhos principiando a partir
De avantajada altura, sendo assim, eram inatingível por qualquer ser destituído da dádiva de voar.
O traçado da sua copa este era soberano, as folhas nesta época do ano eram quase inexistentes, pois também já haviam caído. Porem suas flores era de divinal beleza e se distribuam por todos os galhos alguns até cedendo ligeiramente com o peso, não da própria flor, parecia-me que era o peso da beleza, da maravilhosa obra divina ali reinante, Sua cor? há! Rosa com bordas branca, nas partes mais ao fundo, chegava até o roxo, Quatro pétalas com duas hastes no centro, tudo com uma simplicidade quase intrigante,
Flores e pétalas se depreendiam e como ave planando pousavam no chão, devido à altura era possível apreciar em curto tempo essa fagulha de beleza desafiando o espaço, todavia observei certo ar de vaidade! Grandiosa, elegante e orgulhosa,
Seu tronco quase não cedia ao balanço do vento, talvez ate desafiasse alguma tempestade. Era como se eu estivesse em porta de grande templo me sentindo muito pequeno e frágil. Perante grandiosidade, Continuei observando este desafio vegetal por alguns dias, até que todas as flores caíram. O que imaginei! Havia terminado aquela fase de encanto, Meros enganos já apareciam os frutos lá no alto, pesados preso por uma áster parecia alguém segurando algo pesado com o braço esticado e o pulso pendendo.
Pára baixo, porem com muita firmeza, ali continha segredos!
Eram os frutos, semelhante a um abacate, de cor verde escuro. Todavia dali, não sairia uma polpa suculenta que satisfaria apetites de aves e animais, pois ao calor este fruto se abria e lançava ao ar uma pluma branca como algodão, e como minúsculo para queda, rodopiavam, rodopiava ao vento, Sem presa de cair
.
Pois eu vi os Anjos soprando, brincando com o sobe e desce dessa leveza, olhe! Garanto que vi algo maior desta brincadeira
Participar, vez ou outra parecia não se conter se, e disfarçadamente soprava, ou. Suavemente com a palma da mão o ar deslocava e a pluma subindo e descendo parecia Ave domesticada na palma da mão do dono querendo pousar, Olhe é segredo, mas eu acho que era o próprio Criador, combatendo o estresse, Vi também uma luz do branco refletido, com nuanças das cores que já falei, de olhar maternal, Nos lábios um quase sorriso! Com quem do ato não participa más tem gestos de aprovação garantida.
Mais ali naquela leveza continha algo mais, No meio da pluma tinha uma semente de forma alongada e com pequenas garras na ponta que ao tocarem na terra penetravam à procura de perpetuarem se.
Mas algumas caiam diretamente no solo formando um tapete branco em volta do seu tronco, e como na sombra do seu genitor,
Germinar não é seguro, O vento dava um empurrãozinho,
E soprando aquela leveza, se deslocava e rolava, ora voava e no chão levemente toucava,rolavam até formarem uma bola, levando para distancia segura, onde pudesse suas garras no chão adentrar e sua evolução por geração continuarem. E assim extasiado voltei para casa avaliando o que acabava de apreciar, e ainda descobrir paineira de cor amarela e também branca, Então avaliei tudo novamente, O Ipê amarelo faz parte de minha vida, E o roxo também. Há! Ipê roxo Como tu eis esplendoroso. A Quaresmeira que encanto nos faz, como não Respeitar?
Então decidir ficar com todas e ainda com todos os vegetais que nos cercam e nos brindam com sua beleza, e encantos, suas flores, folhas, frutos, e sombra.
Mas que vou te reverenciar Nobre Paineira, isto eu vou, me curvarei perante a ti e a chamarei de Majestade.
Henoch 14/08/2006
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Uma Flor qualquer
Lá no fundo do quintal, entre pedras, tijolos e entulhos, meio tímida, meio sem jeito,
Um pontinho verde, uma folhinha, e de repente lá estão elas, desafiante, geralmente são chamadas vulgarmente de mato, erva daninhas, ou simplesmente praga, normalmente são.
Arrancadas sem piedade, os jardineiros os detestam, pisoteiam e desprezam as, mais lá estão elas de volta, das mais variados espécimes, parece manifestarem a uma só voz olha, voltamos!
Estamos aqui de novo queremos enfeitar seu jardim, e lá na pontinha do galho um botão uma flor, desabrochou, linda, belas nas mais variadas cores, amarelas, vermelhas, azuis e até verde, algumas tão pequenas e tão belas como diamante lapidado digno de enfeitar a ponta das orelhas da mais bela deusa do Olimpo, algumas assemelham as mais exóticas das orquídeas/ mas são mato, praga, não merecem o sol, e nem tão, pouco um lugar nos jardins, as abelhas e insetos estes não ignoram e extraem o néctar e as polinizam sem indiferença, e assim rejeitadas, vão tentando vencer o preconceito pelo fato de terem nascido mato, Há! Que pena não terem nascido rosas garbosas e orgulhosa;
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Embriagués

EMBRIAGUÈS
Eu te vi bailando ao vento, os seus pés levemente beijavam o chão, era como o pincel do artista que suavemente desliza sobre a tela, em tons e nuanças que a mente menos atenta não consegue captar. O seu perfume de fragrância silvestre seduzia e Embriagava. As cores que vestia confundiam com o ton da pele aveludada, Seus movimentos e ritmos completavam o êxtase. Movimentos, cores e perfumes formavam um só elemento de divinal beleza. Não te vi, nem te possui, Más eu te criei, conforme meus sonhos e desejos, com descomunal beleza, então tu existe em algum lugar, talvez em forma de uma rocha, uma arvore, um sorriso, um ato ou uma atitude;
Henoch
terça-feira, 4 de agosto de 2009
SE ELES EXISTISSEM
E SE ELES EXISTISSEM
Baseados em opiniões de vários órgão da informação, um grande numero de pesquisadores, religiosos, indigenistas e figurões da mídia, reuniram se em uma cidade não identificada para discutir e tomar posições referente alguns comentários da existência de alguns seres que até então só era imaginável no folclore, e desta forma uma comissão foi formada com o intuito de desvendar estas informações.
O que era segredo até então passou a ser do conhecimento de todos,
Acreditava se que o Saci Pereré realmente existia e que esta comissão partiria á procura de contato com o tal Ser, e a comissão foi dividida em pequenas comissões, que partiriam para várias partes do Brasil, Com a missão de tentar um contato com o dito cujo. Um grupo partiu para o Amazonas outro com destino as caatingas nordestinas e outros ainda, para o Pantanal, vale do Jequitinhonha em Minas e outras partes deste Brasil..
Em todas as comissões que mantinham contato com a população local obtinham informações das mais veementes confirmações, e até contavam casos em que o contato com o tal era verídicos, e não só o Saci como outros seres também habitavam as matas Brasileiras, Como o Lobisomem, Curupira ou Caipora, mula sem cabeça. Não demorou muito e a comissão que se estabeleceu no vale do Jequitinhonha estabeleceu
os primeiros contatos com algo até então só visto e ouvidos em lendas folclóricas as informações correram o Brasil de Norte a Sul e desta forma a maioria das comissões em outras regiões se animaram e também começaram os contatos com outros seres também já baseados em informações que haviam obtidos através do próprio Saci Este confirmava que matinha constante contatos com estes seres mesmos porque conforme veemente afirmativa , a Curupira, Era sua comadre. E o Lobisomem, Um velho amigo, e a Mula sem Cabeça Já havia se utilizado dela como transporte, e também não demorou muito o Saci, a Caipora, e o lobisomem, apresentaram seus respectivos familiares e passaram a conviver em harmonia com a população. Após os alvoroços que tudo isto causou na população brasileira. Em Brasília nosso presidente convocou uma reunião ministerial para as devidas providencias cabíveis, e logo foi estabelecido um ministério só para tratar das desprotegidas figuras, e leis foram criadas para as devidas proteção as mesmas, e para compensar os descréditos a estas figuras por tantos tempos, foi de imediatos concedido o fornecimento de cestas básicas, e uma equipe de especialistas médicos viajaram de imediato para também manter os devidos contatos com o objetivo de facilitar a vida dos até então desamparados, Tinham como meta um calendário de vacinação,,estudar a possibilidade de adaptar muletas ou uma perna mecânica para o Saci e também tentar persuadir a abandonar o hábito de fumar, embora as baforadas que nosso ilustre tirava no seu cachimbo era na base de folhas naturais ou às vezes de estrumes de animais nada muito tóxico! E para a Curupira que tinha pés virado para traz, foi solicitado à uma industria de calçados o desenvolvimento de sapatos apropriados, e foi aconselhada a abandonar a montaria em Porco do matos e utilizar se de bicicletas ou outros meios mecanizados e foi logo agraciada com um diploma de bons serviços prestados na proteção das matas e dos animais.e para a Mula sem cabeça, especialistas sugeriram uma prótese dotada de movimentos digitalizados, e a promessa de bons pastos para sempre, E ao Lobisomem foi entregue uma sexta de produtos com Xampus, Cremes hidratantes, em função das longas cabeleiras, tesouras e ainda cortador de unhas e lixas para manter as garras menos afiadas e foi desenvolvidos óculos apropriados para ser utilizados na Lua cheia com a finalidade de manter sobre controle
a transformação do individuo no mostrengo, e evitar que por um descuidos seja pego de surpresa em uma festa, Shopping. Reuniões, ou até no transito ETC>ETC> Alguns Partidos políticos mais radicais já sugeriram a criação de uma sigla MSSSSS... Que nada mais é senão movimentos dos Safados, sem vontade de Trabalhar, Sem isto, sem aquilo,e ponha S nisso!!!
E para finalizar, foram concedidos cotas em escolas e universidades. E aposentadorias a partir do nascimento até o final da existência se é que existe um final. Pois na verdade não se sabe se estes também são colhidos por aquela que tem o direito a estabelecer um final para cada um! A morte!
Os direitos e nenhuns deveres,
Foram anexado na constituição Brasileiras, Juntamente com algumas ressalvas, O direito ao voto assegurado medidas contra os possíveis preconceitos, dos tipos piadinhas de mau gosto como por exemplos chamar o Saci de perneta, escurinho, pula, pula, assustador de criancinha, Por exemplo falar que a Mula não tem cabeça para nada! E chamar o lobisomem de peludo e falar, cuidado a Lua cheia vem aí! Vai uivar mais adiante, e insinuar que a curupira anda mesmo é de macha ré, ETC> ETC> As penas aplicadas nestes casos são altas multas e prisão inafiançáveis.
Por vias das dúvidas algumas comissões passaram a ter uma função permanente com a finalidade continuar o árduo trabalho de manter contatos com outros seres, tais como o Boto cor de rosa, Boi Tatá e outros mais..
Hinoch 15/07/2009
sábado, 1 de agosto de 2009
ESTRELA MATUTINA
domingo, 26 de julho de 2009
PORQUE
Por quê?
Porquês? Estais murchas, por acaso, perdeste a tua cor, e tua fragrância não exala ao vento convidando aves e insetos ao deleite? Por acasos o seu reinado foi apenas uma fagulha de tempo? Não vedes que o teu lugar ficaste vazio, e tua fragrância fora diluída e não existe mais? Não protestais não gritastes, nem um lamento? Também ficaste muda
não responde ao meu pranto, a minha dor, Há! Como invejo o seu silencio e abomino minha covardia e fraqueza, Pois eu quero protestar gritar para minha voz ecoe neste
Universo e retorne com a resposta porque caem as folhas e se desprendem dos seus galhos as flores,. E pousam no chão, Por quê? As ondas chicoteiam no rochedo e como quem de alma lavada, não protesta, e o vento apaga o rastro na areia de quem sonhava e sorrateiramente fazem sua dança como que desafiando quem por ali passou, e o sorriso de ontem transformou se em lagrimas hoje, por acaso não faz a
Diferenca? Pois o sal do liquido que escorre nas faces é salgado para ambos casos? Estás correto então? Pois que caiam todas as folhas, e rolem no chão estas flores que foram vidas e não mais germinem as sementes, Caiam as Estrelas, cometas, e caia o próprio Homem sobre sua sombra e se apague todas as luzes e acorde na Eternidade para sempre iluminado. Há! Angustia. que me sufoca o peito e a Alma é como uma ave sem asa que quer alçar vôo mais o peso do corpo mantém prisioneiro. Sopra o vento e destrona folhas secas e gravetos levantam no ar grãos de poeira que como bailarina fazem uma dança no ar como se não tivesse pressa de ao chão retornar, Sinto cheiros da fragrância que embebeda, Tenho guardado as cores vibrante e nuanças que a luz não ilumina mais, Tenho na alma o silencio da natureza e complexidade e vibração deste Universo, Mas tenho vontade de vomitar esta mesquinhez do Ser, Desta mente obscura da visão sem ver, Ouvidos sem ouvir desta grandiosidade sem grandeza.
Henoch. 30/03/2006
Uma Árvore
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Neste Instante
>
Em algum lugar deste planeta, neste momento, um ser deve está concebendo outra
vida, é mais uma criança nascendo ou um animal parindo. Um ovo que se abre, será
portanto uma mãe seu filho alimentando, é mais uma criança correndo, ou um
filhote saltando fogoso será mais uma ave voando. Haverá também alguém sua arma
carregando ou a pedra na atiradeira colocando, Será uma vida se apagando. Nos
jardins, nos campos, nas encostas dos morros, nas margens do Ribeirão ou nos
sopé das montanhas muitas sementes estão germinando, arvores, relvas, serão, e
flores desabrochando outras tantas murchando, haverá, portanto pétalas e folhas
caindo alimentando o chão. Enquanto isto alguém seu machado afiando e o trator
roncando, o monstro de aço rasgando o chão, a moto serra espreitando. Cumprirá
se a sentença As arvore tombando. Uma fonte está jorrando outra secando, a
tempestade matando afogado, e a seca de fome. Tem alguém gritando outro
silenciando, amando ou odiando talvez indiferente. O artista está compondo,
outro pintando. A bailarina dançando qual uma gazela na ponta dos pés
deslizando, ou suas sapatílhas retocando. Uma Mulher no banho tem no corpo a
água deslizando em curvas sensual o gozo quase alcançando, o artesão
trabalhando, o político honesto legislando. O pioneiro lá no fundo de um galpão
ou de um espaço qualquer, por um ideal lutando, o pesquisador uma fórmula
procurando, o medico avaliando,receitando, e curando. O religioso orando, o
poeta sonhando, o operário labutando todos muito próximos de deus estando, quase
tocando. Outros tramando preparando armadilhas, corrompendo, tentando convencer
alguém sem antes convencer a si próprio, bem próximo, da insignificância
estando. Enquanto isto no universo os astros brilhando a terra girando, é dia é
noite é luz é sombra, e a lua te espiando, o beija flor, abelhas, e insetos
polinizando, a borboleta no bate e rebate de asas subindo o ribeirão, uns
rezando outros xingando. Olhe para o Céu em noite de escuridão veja o silêncio
das estrelas na imensidão. Sapos coaxando e a coruja lá no alto observando.
Alguém correndo contra o vento com cabelos soltos esvoaçando. Uma criança os
primeiros passos iniciando, caindo e levantando, ande, corra vá enfrente, pise
no barro, pise forte no chão, sinta o apoio que a terra pode nos dar. Tem uma
lágrima dos olhos jorrando, descendo na face, tristeza ou emoção, o produto é o
mesmo só muda a razão. Na rua carros rodando, nas calçadas Pessoas em seus
sonhos desfilando. Um corpo, uma matéria qualquer recebendo a luz que nos
ilumina e em cores decompondo e nos olhos refletindo, o físico observando sua
caneta sobre o papel deslizando, tudo anotando. Enquanto isto as gotículas de
orvalhos da madrugada, como diamante lapidado cintilando. Alguns bocejando
outros coc iam hilando. Muitos acordando, Bom dia boa noite, desligue a luz
externa use a imaginação sonhe profundo utilize se de uma lanterna; adentre na
sua floresta mergulhe no seu Rio ou Oceano, não tenha medo á viagem é segura
Veja todos os seres e objetos admirem os, vá ao fundo, descubra as belezas que
lá existem, suba vá à profundeza do universo, e acorde, feliz este devaneio.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Brancura
Folha de papel branco! nada escrito, não há mensagem, nem idéias nem pensamento, só a brancura, a inspiração se foi, ó Ausência cruel, onde andas sentimentos mesquinhos que se esconde na cinzenta massa cefálica, Por acaso a fadiga, o cansaço da jornada diária fizeste te curvar à sonolência, ou a comodidade. Não se vista de mesquinhez abra suas asas.
E cubra este papel de vida, luz, dor, paixão e muito amor, se é de inspiração carente, risque as folhas encha de letras vazias sem eira e sem beira. Mais se ainda houver da razão o domínio, Fale de cosas vâs, Olhe o grão de poeira no ar se deslocando como ave planando, não tem vida nem sentimento parece à gravidade desafiar, suavemente no branco papel pousando.
Fale do grão de areia partícula pequena sem razão e sem paixão, Fale do graveto no chão, veio de uma arvore já foi tronco, já foi galho já foi suporte de folhas flores e frutos, e aquelas folhas secas retorcidas pelo tempo queimado, já foi verde de brilho intenso recebia a luz elaborava alimento. E o galho seco no chão, ainda de espinhos contidos protegiam as flores como guardiões em sentinelas.
Quanta cosa da mente ocupar, nada, Ausência, inexistência, palavras vazias sem nada explicar, se bem analisada, Mais esta carruagem de destino ignorado, pode ser ocupada. Faça da fonte brotar a luz que inspira o artista, e enche de Fé o beato, ou cobre de Heroísmo o Soldado.
Então como açude que se rompe da frágil parede pela força das águas vencida, atrele os Corcéis, Para esta barreira atravessar, ligue a maquina de engrenagem contida, Como monstro dentado arrastando e vencendo a frágil resistência da matéria.
Lance se no ar em voo rasante vencendo a barreira do atrito, afunde na terra, na lama misture se aos grãos de areia, ou mergulhe no Oceano deixe a água a sua pele molhar, se agite para secar, como ave pela chuva molhada.
Grite forte, grite alto para os sons ao longe ecoar, e o Criador escutar. Respire fundo pegue na mão a matéria o aço a pedra as sementes dos vegetais apalpe as com força e deixe entre os dedos escapar, vá a sombra para o frescor alcançar, e ao sol para sua pele aquecer, esteja ao vento para a brisa seu corpo balançar. Veja na esquina na rua ou na viela a moça bonita no seu desfilar, Sinta a fragrância seu peito embriagar.
Veja tudo ou veja nada, seja a razão! Suba no topo no alto, assista a este espetáculo entenda ou não, mal não faz. Feixe os olhos para sua mente viajar, atravesse fronteiras vá as Estrelas ou ao espaço sideral, Viagem na crista do Cometa Halley, mais volte rápido queira ver o tempo passar, fique na janela olhe as aves no Céu planar.
Preste atenção veja no chão pequenas vidas, Formigas, gafanhotos, grilos joaninhas e outros, a se agitar Tantos Seres este Planeta habitar. Você não é o único a esta Auréola do Criador herdar.
Mas vamos a terra firme pousar, Desligue os motores cruze os braços. Curve a cabeça para frente, Deixe o fluido precioso fluir suavemente pelas artérias, como Rio sereno pelas as planícies deslizar.
Não pense em nada seja nada, imagine se a menor partícula. Deixe os grãos de poeira no papel pousar, Seja aquele vulcão extinto sem pressão interna, sem pressa de larvas no Céu vomitar, atinja a Paz a serenidade, acorde mais tarde.com um sorriso estampado na cara, se possível ouvindo a sinfonia a pastoral de Beethoven. Seja uma nova semente na terra germinar, novos galhos e folhas, flores e, frutos o céu encantar, Deixe seu barco em águas azuis e serenas navegar, Mas lembre se na brancura do papel muitas coisas podemos colocar. E viva o Universo do qual fazemos partes.
E cubra este papel de vida, luz, dor, paixão e muito amor, se é de inspiração carente, risque as folhas encha de letras vazias sem eira e sem beira. Mais se ainda houver da razão o domínio, Fale de cosas vâs, Olhe o grão de poeira no ar se deslocando como ave planando, não tem vida nem sentimento parece à gravidade desafiar, suavemente no branco papel pousando.
Fale do grão de areia partícula pequena sem razão e sem paixão, Fale do graveto no chão, veio de uma arvore já foi tronco, já foi galho já foi suporte de folhas flores e frutos, e aquelas folhas secas retorcidas pelo tempo queimado, já foi verde de brilho intenso recebia a luz elaborava alimento. E o galho seco no chão, ainda de espinhos contidos protegiam as flores como guardiões em sentinelas.
Quanta cosa da mente ocupar, nada, Ausência, inexistência, palavras vazias sem nada explicar, se bem analisada, Mais esta carruagem de destino ignorado, pode ser ocupada. Faça da fonte brotar a luz que inspira o artista, e enche de Fé o beato, ou cobre de Heroísmo o Soldado.
Então como açude que se rompe da frágil parede pela força das águas vencida, atrele os Corcéis, Para esta barreira atravessar, ligue a maquina de engrenagem contida, Como monstro dentado arrastando e vencendo a frágil resistência da matéria.
Lance se no ar em voo rasante vencendo a barreira do atrito, afunde na terra, na lama misture se aos grãos de areia, ou mergulhe no Oceano deixe a água a sua pele molhar, se agite para secar, como ave pela chuva molhada.
Grite forte, grite alto para os sons ao longe ecoar, e o Criador escutar. Respire fundo pegue na mão a matéria o aço a pedra as sementes dos vegetais apalpe as com força e deixe entre os dedos escapar, vá a sombra para o frescor alcançar, e ao sol para sua pele aquecer, esteja ao vento para a brisa seu corpo balançar. Veja na esquina na rua ou na viela a moça bonita no seu desfilar, Sinta a fragrância seu peito embriagar.
Veja tudo ou veja nada, seja a razão! Suba no topo no alto, assista a este espetáculo entenda ou não, mal não faz. Feixe os olhos para sua mente viajar, atravesse fronteiras vá as Estrelas ou ao espaço sideral, Viagem na crista do Cometa Halley, mais volte rápido queira ver o tempo passar, fique na janela olhe as aves no Céu planar.
Preste atenção veja no chão pequenas vidas, Formigas, gafanhotos, grilos joaninhas e outros, a se agitar Tantos Seres este Planeta habitar. Você não é o único a esta Auréola do Criador herdar.
Mas vamos a terra firme pousar, Desligue os motores cruze os braços. Curve a cabeça para frente, Deixe o fluido precioso fluir suavemente pelas artérias, como Rio sereno pelas as planícies deslizar.
Não pense em nada seja nada, imagine se a menor partícula. Deixe os grãos de poeira no papel pousar, Seja aquele vulcão extinto sem pressão interna, sem pressa de larvas no Céu vomitar, atinja a Paz a serenidade, acorde mais tarde.com um sorriso estampado na cara, se possível ouvindo a sinfonia a pastoral de Beethoven. Seja uma nova semente na terra germinar, novos galhos e folhas, flores e, frutos o céu encantar, Deixe seu barco em águas azuis e serenas navegar, Mas lembre se na brancura do papel muitas coisas podemos colocar. E viva o Universo do qual fazemos partes.
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