terça-feira, 18 de agosto de 2009

Brasilia Ilha da Fantasia

BRASILIA – Ilha da Fantasia

No reino de Brasília, ou simplesmente a feudal Brasília, onde todos sonham um dia chegar. Mesmo que para isto sejam capazes de ser contra tudo e todos, mesmo que seja prejudicial ao País.
É lógico que lá chegando tudo muda, e se torna um sonho.
No judiciário brincam atrás de máscaras chamadas instituições democráticas, desta forma são capazes de tudo em matéria de encenação, e na verdade o principal é defender os gordos salários e privilégios adquiridos em sua Ilha Feudal, onde parentes, amigos e patrocinadores vivem as mil e uma noites.
Já os políticos estes sim vivem no reino encantado, os seus vassalos, os Super amigos, Constantinos, bicheiros, lobistas estão sempre por perto facilitando sua difícil função. E assim o fazem...
- Seu doutor o senhor espirrou? Está aqui um lencinho, tem também um comprimido, olha! eu sempre carrego uma garrafinha de água. Vai viajar? Pega meu jatinho, fez filho clandestino? Deixa com agente doutor!
Seu carro quebrou? O pneu furou? Use o meu, e devolva se quiser!
É um verdadeiro exército a disposição de sua majestade, a abelha rainha, que vai ter em mão aquele projeto, aquela licitação que os beneficiará, terá alguém que vença essas tentações? Se for um Fausto, com certeza venderá a alma ao Diabo, se for o Harry Potter com certeza vencerá todas as bruxarias.
Mas meu Deus! Somente aqueles que nasceram com os dons divinos, chamados caráter e dignidade, esses sim vencerão essa vergonhosa barganha diabólica.
E não devemos esquecer que os meios de transporte utilizados para se chegar a este reino foram com certeza, comprometedores.
Ou foram os lideres sindicais que venderam ilusões, funcionários públicos bem sucedidos que distribuíam berneses, Lideres religiosos que intermédia, graças e benevolências, empresários com o poder econômico nas mãos.
Enquanto isto nós míseros mortais ou seres primitivos, assistimos de braços cruzados a esse desrespeito para com o cidadão. Esses usurpadores da Pátria deveriam pelo menos se esconder atrás de uma barba, pelo menos não saberíamos que nem ficam roxos de vergonha

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Henoch Amorim.

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