domingo, 23 de agosto de 2009

Uma Semente


Uma semente

Frágil sem esperança, lá espremida entre grãos de areia, deu um sinal de vida.
E germinou. A princípio, mal tinha força para romper o peso que o cobria, más aos
Pouco foi reagindo, criando força, e a terra foi cedendo, até que as primeiras,
Folhas de cor marrom e retorcidas, receberam os primeiros raios de luz, então,
Mais folhas apareceram, E como quem lança vôo aos céus, cresceu e tornou-se rapidamente, Árvore frondosa e lá no alto seus galhos e folhas bailavam aos sons do vento.

Uma folha

Meio verde amarelada, meio marrom, outrora viçosa e brilhante lá no alto no topo.
No meio de tantas outras, cedeu do galho e caiu suavemente, planando. Lá embaixo na face do chão tocou, saiu da terra e para a terra voltou.

Uma flor

Lá entre tantas folhas, na pontinha do galho desabrochou um botão, Uma flor, é rosa,
Vermelha, azul, que importa! È uma flor. Que fragrância deliciosa, Lógico é Uma flor. Abelhas e insetos a sugar seu néctar para fazer o mel, e daí é uma flor.
Acabou seu reinado e murchou há! Que bom ninguém as colheu, caiu lá no chão, a Terra
Cedeu, a terra acolheu.

Um fruto

Caiu à folha foi-se à flor, não tem mais o verde da folha nem a fragrância da flor, más lá Na pontinha dos galhos, um fruto nasceu, verdinho brilhante desafiante, a crescer, cresceu,E vermelha ficou. Gostosa cheirosa, que maravilhosa, e pássaros, Abelhas e insetos Despertar, Missão cumprida, As sementes caíram lá no chão e germinaram.. Fim de um Ato e o início de outro. É o espetáculo da vida sobre a Terra.


Henoch D. Amorim

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

O Dia

Após os astros no firmamento se retirarem no final da aurora rainha, O astro rei com todo fulgor deu o seu sinal de existência lá no horizonte, Atrás dos morros. No inicio apenas um clarão, depois foi tomando forma até sua plenitude total sua luz radiante já brindava toda natureza que parecia brindar com taça de cristal a alegria de um novo dia. As gotas de orvalho ainda sobre as folhas cintilavam como diamante, encravado em jóias raras adornando a beleza da mulher. Banhava o chão as longas sombras sobre as relvas, pois a tocha divina que ilumina a terra ainda estava em nível do horizonte e apenas pincelava os pontos mais altos.Com sua luz ainda branda, mas era notada a sua pressa, em atingir o Zênite. No céu as aves planam com regozijo repetindo a sinfonia de todos os dias, às vezes alçando vôo das arvores já com seus apetites saciados, parecem privilegiadas de se aproximarem de Deus. A labuta do ser humano sobre o planeta é intensa cada um carregando seu próprio universo pessoal alguns os constróem maior do que podem carregar invadindo a órbita dos outros. E assim nas suas tarefas diárias, pulam dos seus leitos entram nas engrenagens, o café? Estou atrasado e as crianças/ com quem ficam, leva na escola, fica com a vovó. A mãe já foi para suas tarefas ou compromissos. Todos correndo muito, passo a passo comendo chão, subindo escadas atingindo andaimes, lá no alto se agitam bate prego bate tábuas sacode a poeira que voa e cai no chão. Outros nas suas maquinas loucas deslizando no asfalto, buzina na mão sai da frente que lá vou eu, ôba? Ultrapassei mais um. Acelera vida na desvairada corrida do eu chego lá. Máquina dentada, monstro de aço consertando o asfalto comendo o chão. Cheiro de óleo queimado, fumaça no ar ardendo nos olhos à lágrima caindo, correndo na face, lágrima salgada a mesma do sorriso de ontem, desce do carro atravessa a rua esbarra em um desvia de outro, espera no farol ver de longe um conhecido abana a mão, no relógio da praça o ponteiro girando no tic tac as horas devorando o tempo. Parado na banca de jornal olha a manchete ver estampado uma explosão do Homem bomba mandando pró-ar sua frágil matéria, matando inocente e sua própria vingança. Sobe escada aciona o elevado, sobe andar por andar ouvindo historias sorrisos abertos, lamentos profundos, ninguém comenta o céu estrelado da noite passada. Já chegou ao seu andar, cumprimenta colegas, em sua mesa, balcão ou cozinha se é da limpeza pega a vassoura, pois é seu instrumento para ganhar o pão, Olha no relógio pensando na hora do lanche, ou do almoço, não vai à janela desconhece os que trabalham no prédio do lado, no corre corre de sempre lanche ou almoço ainda mastiga na rua. Parece senhor de si, pois pisa no centro de sua sombra indicando que o astro rei está no meio do céu e começa a decida. O tempo abafado termômetro nas alturas, suor na testa passa o lenço, olha para o alto, não viu do outro lado da rua lá nas alturas entre andaimes e concretos.
Pregos e tábuas homens trabalhando. Volta ao trabalho o tempo passa já pensa na hora para casa voltar, o astro rei já irradia uma luz dourada misturada com poeira, às longas sombras de prédios e arvores, já deitam no chão o oposto do amanhecer. Preparando o retorno fecha gavetas, bate porta arrasta cadeiras estica cortinas. Aciona elevador que desce lotado, espera o próximo, desce apertado encostado num canto ouvindo outras histórias e algumas piadas em caras cansadas, olha de lado moça bonita cabelos longos caindo nos ombros, leva bolsa a tiracolo e flores na mão,
Abre as portas do elevador todo correndo para a rua a moça bonita sumiu no meio da multidão. Pessoas correndo lojas fechando o operário da construção descendo correndo pró Ônibus que vai acelerando fumaça voando. O dia passou e na pressa não viu as crianças na praça correndo, comendo pipoca, folhas e pétalas caindo da arvore cobrindo o chão e os pardais pulando e se alimentando ninguém prestou atenção, todos numa desenfreada e louca corrida de volta para casa. Transito infernal, cidadão irritado nem olha de lado, Não choveu, não tem enchente nem transito congestionado. O astro rei já se foi deve estar banhando o outro lado, outras vidas animal e vegetal, nos céu já escuro, coberto com véu de fumaça e poeira impedem que veja estrelas e planetas, diamantes brilhando encravados na imensidão. A terra girou o tempo passou perdeu um quinhão da centelha de vida que lhe é permitido a sua existência. Já em casa cansado janta apressado, para assistir seu programa de televisão, vai para a cama dorme agitado, acorda cedo o mesmo horário de ontem, não canta o galo nem a cotovia.
Mas tem pardal na varanda bicando migalhas. Não vira a pagina, apenas volta ao ponto de partida, numa copia quase fiel do que fez ontem... Tudo repete no mesmo cenário, o mesmo holofote. Atores e figurantes interpretando o espetáculo do cada dia.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Animais extintos. Dentessauro e porcossauro



Estes estranhos animais de avantajados dentes, nunca desfilaram neste planeta,
pois, isto é pura imaginação e brincadeira, más se houvessem existidos, causariam verdadeiro pavor em nossos ancestrais.Coitadinho dos bichinhos!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Brasilia Ilha da Fantasia

BRASILIA – Ilha da Fantasia

No reino de Brasília, ou simplesmente a feudal Brasília, onde todos sonham um dia chegar. Mesmo que para isto sejam capazes de ser contra tudo e todos, mesmo que seja prejudicial ao País.
É lógico que lá chegando tudo muda, e se torna um sonho.
No judiciário brincam atrás de máscaras chamadas instituições democráticas, desta forma são capazes de tudo em matéria de encenação, e na verdade o principal é defender os gordos salários e privilégios adquiridos em sua Ilha Feudal, onde parentes, amigos e patrocinadores vivem as mil e uma noites.
Já os políticos estes sim vivem no reino encantado, os seus vassalos, os Super amigos, Constantinos, bicheiros, lobistas estão sempre por perto facilitando sua difícil função. E assim o fazem...
- Seu doutor o senhor espirrou? Está aqui um lencinho, tem também um comprimido, olha! eu sempre carrego uma garrafinha de água. Vai viajar? Pega meu jatinho, fez filho clandestino? Deixa com agente doutor!
Seu carro quebrou? O pneu furou? Use o meu, e devolva se quiser!
É um verdadeiro exército a disposição de sua majestade, a abelha rainha, que vai ter em mão aquele projeto, aquela licitação que os beneficiará, terá alguém que vença essas tentações? Se for um Fausto, com certeza venderá a alma ao Diabo, se for o Harry Potter com certeza vencerá todas as bruxarias.
Mas meu Deus! Somente aqueles que nasceram com os dons divinos, chamados caráter e dignidade, esses sim vencerão essa vergonhosa barganha diabólica.
E não devemos esquecer que os meios de transporte utilizados para se chegar a este reino foram com certeza, comprometedores.
Ou foram os lideres sindicais que venderam ilusões, funcionários públicos bem sucedidos que distribuíam berneses, Lideres religiosos que intermédia, graças e benevolências, empresários com o poder econômico nas mãos.
Enquanto isto nós míseros mortais ou seres primitivos, assistimos de braços cruzados a esse desrespeito para com o cidadão. Esses usurpadores da Pátria deveriam pelo menos se esconder atrás de uma barba, pelo menos não saberíamos que nem ficam roxos de vergonha

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Henoch Amorim.

sábado, 15 de agosto de 2009

ARVORE SÍMBOLO


Certa vez perguntei a mim mesmo, porque ainda não havia escolhido uma arvore como símbolo meu? Talvez como um logotipo, todos nós escolhemos ídolos, artistas, Animais Flores e etc, etc, etc, E porque não uma Arvore?
Então, cheguei próximo do Ipê amarelo e era época de sua florada Fiquei atônito com tanta beleza, eram flocos, cachos lá no alto uma cor amarelo intenso brilhante parecia querer competir com o astro Rei com tanta força e brilho. Folha não tinha estas já haviam feito suas tarefas caíram no chão e a Terra-as consumiam, mais já era o chão repouso para as flores que caíram parecia um tapete, a principio.
Pensei já ter resolvido esta questão seria o Ipê amarelo o meu símbolo, Mesmo porque já existia na minha Alma esta passagem na infância quando vagava pelos campos, a minha mente as registrou, e nunca mais se apagou.
Da mesma forma o Ipê roxo, já de folhas destituídas, Quanta poesia ao redor, nos transporta as esferas só pela musica alcançada. “O que me parece a sua cor está mais para o lilás” Mas ocupa igual espaço do amarelo, Não existiria beleza na natureza e na própria existência, sem algumas pinceladas com nuanças de lilás. A cor preferida dos Anjos.
Todavia antes de tomar uma decisão resolvi perambular ver outras arvores e assim o fiz,
E fui ver de perto a Quaresmeira por sorte demorei um pouco e encontrei não uma, mais várias e exatamente já era também época de sua florada, eram flores e mais flores lilás, roxa, e até violeta, lembrei-me de paisagens que já conhecia nos campos e na Serra do Mar, Lá incrustada no meio da vegetação a nos encantar. Vi abelhas, Besouros e aves o néctar colher, Então de choque minha alma foi tomada, meus olhos de lágrimas umedecido, há vi Anjos sim, Não muito claro é lógico era apenas manchas que com minhas lágrimas confundiam pareciam ter asas.
Que e o néctar também colhiam. Bom! Talvez fosse apenas um devaneio, Há! O chão parecia cobrir se com um grande manto Roxo, pois pétalas e mais pétalas rodopiavam, rodopiavam, bailavam ao vento e caiam, parecia até que havia uma felicidade em pousar na terra, como se estivesse retribuindo benesses.
Já havia o Ipê amarelo na recordação, O Roxo e o lilás no sentimento.
Não posso trair meus sentimentos, pensei!
Passaram algum tempo sem tomar uma decisão, Foi quando comecei observar uma grande arvore, era robusta e frondosa,
seu tronco de porte elegante, de grande altura e protegida por espinhos tipo bico de papagaio impossibilitando algum afoito tentar escalar seu lenho, ainda tinham seus galhos principiando a partir
De avantajada altura, sendo assim, eram inatingível por qualquer ser destituído da dádiva de voar.
O traçado da sua copa este era soberano, as folhas nesta época do ano eram quase inexistentes, pois também já haviam caído. Porem suas flores era de divinal beleza e se distribuam por todos os galhos alguns até cedendo ligeiramente com o peso, não da própria flor, parecia-me que era o peso da beleza, da maravilhosa obra divina ali reinante, Sua cor? há! Rosa com bordas branca, nas partes mais ao fundo, chegava até o roxo, Quatro pétalas com duas hastes no centro, tudo com uma simplicidade quase intrigante,
Flores e pétalas se depreendiam e como ave planando pousavam no chão, devido à altura era possível apreciar em curto tempo essa fagulha de beleza desafiando o espaço, todavia observei certo ar de vaidade! Grandiosa, elegante e orgulhosa,
Seu tronco quase não cedia ao balanço do vento, talvez ate desafiasse alguma tempestade. Era como se eu estivesse em porta de grande templo me sentindo muito pequeno e frágil. Perante grandiosidade, Continuei observando este desafio vegetal por alguns dias, até que todas as flores caíram. O que imaginei! Havia terminado aquela fase de encanto, Meros enganos já apareciam os frutos lá no alto, pesados preso por uma áster parecia alguém segurando algo pesado com o braço esticado e o pulso pendendo.
Pára baixo, porem com muita firmeza, ali continha segredos!
Eram os frutos, semelhante a um abacate, de cor verde escuro. Todavia dali, não sairia uma polpa suculenta que satisfaria apetites de aves e animais, pois ao calor este fruto se abria e lançava ao ar uma pluma branca como algodão, e como minúsculo para queda, rodopiavam, rodopiava ao vento, Sem presa de cair
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Pois eu vi os Anjos soprando, brincando com o sobe e desce dessa leveza, olhe! Garanto que vi algo maior desta brincadeira
Participar, vez ou outra parecia não se conter se, e disfarçadamente soprava, ou. Suavemente com a palma da mão o ar deslocava e a pluma subindo e descendo parecia Ave domesticada na palma da mão do dono querendo pousar, Olhe é segredo, mas eu acho que era o próprio Criador, combatendo o estresse, Vi também uma luz do branco refletido, com nuanças das cores que já falei, de olhar maternal, Nos lábios um quase sorriso! Com quem do ato não participa más tem gestos de aprovação garantida.
Mais ali naquela leveza continha algo mais, No meio da pluma tinha uma semente de forma alongada e com pequenas garras na ponta que ao tocarem na terra penetravam à procura de perpetuarem se.
Mas algumas caiam diretamente no solo formando um tapete branco em volta do seu tronco, e como na sombra do seu genitor,
Germinar não é seguro, O vento dava um empurrãozinho,
E soprando aquela leveza, se deslocava e rolava, ora voava e no chão levemente toucava,rolavam até formarem uma bola, levando para distancia segura, onde pudesse suas garras no chão adentrar e sua evolução por geração continuarem. E assim extasiado voltei para casa avaliando o que acabava de apreciar, e ainda descobrir paineira de cor amarela e também branca, Então avaliei tudo novamente, O Ipê amarelo faz parte de minha vida, E o roxo também. Há! Ipê roxo Como tu eis esplendoroso. A Quaresmeira que encanto nos faz, como não Respeitar?
Então decidir ficar com todas e ainda com todos os vegetais que nos cercam e nos brindam com sua beleza, e encantos, suas flores, folhas, frutos, e sombra.
Mas que vou te reverenciar Nobre Paineira, isto eu vou, me curvarei perante a ti e a chamarei de Majestade.


Henoch 14/08/2006

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Uma Flor qualquer


Lá no fundo do quintal, entre pedras, tijolos e entulhos, meio tímida, meio sem jeito,
Um pontinho verde, uma folhinha, e de repente lá estão elas, desafiante, geralmente são chamadas vulgarmente de mato, erva daninhas, ou simplesmente praga, normalmente são.
Arrancadas sem piedade, os jardineiros os detestam, pisoteiam e desprezam as, mais lá estão elas de volta, das mais variados espécimes, parece manifestarem a uma só voz olha, voltamos!
Estamos aqui de novo queremos enfeitar seu jardim, e lá na pontinha do galho um botão uma flor, desabrochou, linda, belas nas mais variadas cores, amarelas, vermelhas, azuis e até verde, algumas tão pequenas e tão belas como diamante lapidado digno de enfeitar a ponta das orelhas da mais bela deusa do Olimpo, algumas assemelham as mais exóticas das orquídeas/ mas são mato, praga, não merecem o sol, e nem tão, pouco um lugar nos jardins, as abelhas e insetos estes não ignoram e extraem o néctar e as polinizam sem indiferença, e assim rejeitadas, vão tentando vencer o preconceito pelo fato de terem nascido mato, Há! Que pena não terem nascido rosas garbosas e orgulhosa;

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Embriagués


EMBRIAGUÈS

Eu te vi bailando ao vento, os seus pés levemente beijavam o chão, era como o pincel do artista que suavemente desliza sobre a tela, em tons e nuanças que a mente menos atenta não consegue captar. O seu perfume de fragrância silvestre seduzia e Embriagava. As cores que vestia confundiam com o ton da pele aveludada, Seus movimentos e ritmos completavam o êxtase. Movimentos, cores e perfumes formavam um só elemento de divinal beleza. Não te vi, nem te possui, Más eu te criei, conforme meus sonhos e desejos, com descomunal beleza, então tu existe em algum lugar, talvez em forma de uma rocha, uma arvore, um sorriso, um ato ou uma atitude;

Henoch

terça-feira, 4 de agosto de 2009

SE ELES EXISTISSEM

E SE ELES EXISTISSEM Baseados em opiniões de vários órgão da informação, um grande numero de pesquisadores, religiosos, indigenistas e figurões da mídia, reuniram se em uma cidade não identificada para discutir e tomar posições referente alguns comentários da existência de alguns seres que até então só era imaginável no folclore, e desta forma uma comissão foi formada com o intuito de desvendar estas informações. O que era segredo até então passou a ser do conhecimento de todos, Acreditava se que o Saci Pereré realmente existia e que esta comissão partiria á procura de contato com o tal Ser, e a comissão foi dividida em pequenas comissões, que partiriam para várias partes do Brasil, Com a missão de tentar um contato com o dito cujo. Um grupo partiu para o Amazonas outro com destino as caatingas nordestinas e outros ainda, para o Pantanal, vale do Jequitinhonha em Minas e outras partes deste Brasil.. Em todas as comissões que mantinham contato com a população local obtinham informações das mais veementes confirmações, e até contavam casos em que o contato com o tal era verídicos, e não só o Saci como outros seres também habitavam as matas Brasileiras, Como o Lobisomem, Curupira ou Caipora, mula sem cabeça. Não demorou muito e a comissão que se estabeleceu no vale do Jequitinhonha estabeleceu os primeiros contatos com algo até então só visto e ouvidos em lendas folclóricas as informações correram o Brasil de Norte a Sul e desta forma a maioria das comissões em outras regiões se animaram e também começaram os contatos com outros seres também já baseados em informações que haviam obtidos através do próprio Saci Este confirmava que matinha constante contatos com estes seres mesmos porque conforme veemente afirmativa , a Curupira, Era sua comadre. E o Lobisomem, Um velho amigo, e a Mula sem Cabeça Já havia se utilizado dela como transporte, e também não demorou muito o Saci, a Caipora, e o lobisomem, apresentaram seus respectivos familiares e passaram a conviver em harmonia com a população. Após os alvoroços que tudo isto causou na população brasileira. Em Brasília nosso presidente convocou uma reunião ministerial para as devidas providencias cabíveis, e logo foi estabelecido um ministério só para tratar das desprotegidas figuras, e leis foram criadas para as devidas proteção as mesmas, e para compensar os descréditos a estas figuras por tantos tempos, foi de imediatos concedido o fornecimento de cestas básicas, e uma equipe de especialistas médicos viajaram de imediato para também manter os devidos contatos com o objetivo de facilitar a vida dos até então desamparados, Tinham como meta um calendário de vacinação,,estudar a possibilidade de adaptar muletas ou uma perna mecânica para o Saci e também tentar persuadir a abandonar o hábito de fumar, embora as baforadas que nosso ilustre tirava no seu cachimbo era na base de folhas naturais ou às vezes de estrumes de animais nada muito tóxico! E para a Curupira que tinha pés virado para traz, foi solicitado à uma industria de calçados o desenvolvimento de sapatos apropriados, e foi aconselhada a abandonar a montaria em Porco do matos e utilizar se de bicicletas ou outros meios mecanizados e foi logo agraciada com um diploma de bons serviços prestados na proteção das matas e dos animais.e para a Mula sem cabeça, especialistas sugeriram uma prótese dotada de movimentos digitalizados, e a promessa de bons pastos para sempre, E ao Lobisomem foi entregue uma sexta de produtos com Xampus, Cremes hidratantes, em função das longas cabeleiras, tesouras e ainda cortador de unhas e lixas para manter as garras menos afiadas e foi desenvolvidos óculos apropriados para ser utilizados na Lua cheia com a finalidade de manter sobre controle a transformação do individuo no mostrengo, e evitar que por um descuidos seja pego de surpresa em uma festa, Shopping. Reuniões, ou até no transito ETC>ETC> Alguns Partidos políticos mais radicais já sugeriram a criação de uma sigla MSSSSS... Que nada mais é senão movimentos dos Safados, sem vontade de Trabalhar, Sem isto, sem aquilo,e ponha S nisso!!! E para finalizar, foram concedidos cotas em escolas e universidades. E aposentadorias a partir do nascimento até o final da existência se é que existe um final. Pois na verdade não se sabe se estes também são colhidos por aquela que tem o direito a estabelecer um final para cada um! A morte! Os direitos e nenhuns deveres, Foram anexado na constituição Brasileiras, Juntamente com algumas ressalvas, O direito ao voto assegurado medidas contra os possíveis preconceitos, dos tipos piadinhas de mau gosto como por exemplos chamar o Saci de perneta, escurinho, pula, pula, assustador de criancinha, Por exemplo falar que a Mula não tem cabeça para nada! E chamar o lobisomem de peludo e falar, cuidado a Lua cheia vem aí! Vai uivar mais adiante, e insinuar que a curupira anda mesmo é de macha ré, ETC> ETC> As penas aplicadas nestes casos são altas multas e prisão inafiançáveis. Por vias das dúvidas algumas comissões passaram a ter uma função permanente com a finalidade continuar o árduo trabalho de manter contatos com outros seres, tais como o Boto cor de rosa, Boi Tatá e outros mais.. Hinoch 15/07/2009

sábado, 1 de agosto de 2009

ESTRELA MATUTINA

ESTRELA MATUTINA Brilhante e reluzente luz de prata a aterra banhar, quanto tempo ai estar, a nos espiar, O teu esplendor faz a aurora rainha plena. Há como te invejo, lá no alto muito próximo de Deus estar. Às vezes fico a pensar, parece tão longe que os pensamento recusam ai chegar, outras vezes parece tão perto que ouço a murmurar fica no teu silencio, a ver as flores desabrochar, a caso ti diverte a ver o tempo passar. Tu ai estavas quando os primeiros seres a terra habitavam, animais ferozes a lutar. Os Dinossauros com certeza lá estavam, há e nossos irmãos da caverna o olhar fixo no céu a ti adorar. Tu viste filósofos e poetas gregos os seus mistérios tentarem decifrar, viu Moisés seu povo pelo deserto guiar, e Hómero dormia sereno enquanto você lá no alto irradiava, com certeza Chopin, Mozart, Beethoven nos pensamentos a ti chegaram, Leonardo d’Vinci em ti seu olhar pairou, Dante no Exílio na divina comedia inspiração em ti procurou e no fronte nas frias madrugadas os soldados as suas amadas no seu seio procuravam. Há estrela da aurora rainha, quantas gerações sonhos e lutas você com sua luz serena e prateada vai banhar, viste Jesus carregando a cruz e Maria Aos seus pés em pranto a soluçar. E o Apostolo Paulo na Roma antiga seus fiéis confortar há estrela matutina às vezes vespertina, Vênus vou ti chamar,