DEVANEIO
Brilha o sol, aquece a pele o corpo e a alma. A brisa num suave murmurar nos ouvidos. Doce devaneio de alma. Ansiedade incontrolável. Explosão no peito. Há! Angustia, desejo de amar, sonhar, construir castelos e ver da janela lentamente o tempo passar. Turbilhões de partículas quânticas, e poeira estelar que pousam na terra, Doce anelar, cai folhas, caiem, pétalas, grãos de areia a se agitar, tomando forma desaparecendo no ar. Engrenagens a girar, arrastando consigo o peso do aço a liga dos átomos, ligando e distribuindo, a força do trabalho. Flores cheirosas presente que as raízes dos vegetais extraíram da terra, fragrância divina diluindo no ar. Rasto na areia desaparecendo ao vento que sopra na praia, como a vida a se apagar.
Apenas uma paixão surealista de ver a vida.
ResponderExcluirEu diria,em silêncio,e ainda pasmado,qta sensibilidade,na alma, no olhar, que capta tudo com total beleza e simpliscidade...e assim, você meu amigo, meu primo, expressa tudo com amor, com poesia e ternura!!!!Parabens primo querido, abraço,Antônio Paulo Amorim.
ResponderExcluirCampo Mourão-PR, 19/072010