sexta-feira, 3 de abril de 2015
Viagem
Tem momentos na vida que temos a sensação que estamos viajando em uma nave espacial, denominada de Planeta terra, e nos divertimos apreciando as belezas na nave existentes,são paisagens, são flores desabrochando a fragãncia nos embriagando, são aves, é vida microrgãnica é um rio é um oceano.Outras vezes da janela cravamos nossos olhares no universo,salpicado de estrelas brilhantes como pirilampos ou diamante lapidado, As vezes fazemos amizades com passageiros agradáveis que nos acompanham nessa maravilhosa viagem espacial. Alguns passageiros chagam ao final de sua viagem e desembarcam outros embarcam e vão tomando seus lugares. Na fantástica velocidade que viajamos muitas coisas não observamos.É dia é noite, motores roncando engrenagens girando, a nave avançando.
sábado, 7 de fevereiro de 2015
BOIS E SAPOS
BOIS E SAPOS.
Era uma vez uma grande fazenda, com grandes
pastagens, e grande lagos, as pastagens eram cobertas, repletas de bois vacas e
bezerros, que felizes comiam, sem parar durante todo o dia, só parando para um repouso
e para uma boa digestão lá para o escurecer. Alguns ainda ficavam dando uma biliscadinha
até mesmo quase total escuridão, Nas lagoas ali também reinava uma paz e
harmonia das maiores, vários espécimes de peixes, traíras, mandis, tílápias e
um mundão de pequenos seres, minúsculas forma de vida, principalmente.
Girinos, pois a grande população
mesmo era de sapos, tinha sapos pequenos, grandes, malhados, pintados,
listrados,
Rajados. Verdes, amarelos, cinza, pretos Etc.etc.etc... Até
que num certo tempo às chuvas ausentaram se, pois foram requisitadas para
molharem outras terras outras vidas, Ai as coisas começaram a ficar preta. A princípio
as pastagens começaram a ficar de cor amarelada, e logo arvores começaram
despir se de suas folhas até que de preta a situação passou para calamitosa. Os
animais que se alimentavam daquelas pastagens de pouca umidade, se serviram das
lagoas para reporem as suas necessidades, Aterra seca e faminta por umidade,
saciava se, sem piedade. E então as lagoas que há tempos não recebiam o líquido
maravilhoso da vida secaram, e a situação que era calamitosa passou para
catastrófica, e a maioria das espécimes menores já tinham deixado desta vida
para melhor. Más as sapaiadas toda ainda tentavam resistir aquele castigo, valendo
se da lama ainda existente, e assim, lembrando dos bons tempos quando a um só
coro coaxavam numa verdadeira sinfonia como que agradecendo o criador pela a
graça recebida de estar vivo, e de ser parte da natureza. Más infelizmente não
houve salvação chegou o dia em que as lagoas secaram mesmo! Aí foi o fim, todos
ficaram mortinho, esticadinhos, e só ficou aquela tristeza danada, parecendo
que no ar ficou uma pergunta, a o Criador? Porque tudo isso senhor? E assim sem
resposta, sem aquelas belezas que antes reinava, só restou o silencio dos coaxar.
E ficou por vários dias assim até que as chuvas após encharcar e causar alguns
estragos causados por enchentes e torrentes. Más também dado um retoque na
natureza, mais um verde aqui! Um
colorido ali! Mais frutos, e fartura para todos os seres da região. E então Resolveu
voltar, e vomitou água, despejou água! até recuperar toda falta que fez. Aí a
natureza toda começou a reagir. E daquela relva seca surgiu vida, as arvores
despidas se vestiram de folhas verdes e brilhantes. As águas deslizavam na
terra já saciada, e desciam para as lagoas que em pouco tempo já recuperava sua
capacidade total, e não demorou muito lá também estavam à vida de volta. As
pequenas formas de vida, até os peixes como por milagre lá estavam. Girinos e
sapos. Não sabemos, como desta se salvaram, e reassumiram seu espaço, seus
tronos, e voltaram a coaxar como numa sinfonia tendo como maestro o criador. E
bois vacas e bezerros voltaram aos fartos pastos e as límpidas águas das
lagoas, convivendo harmoniosamente
com a sapaiada toda. Assim é a natureza
que às vezes não compreendemos...
H, Amorim - Brincar é preciso.
H, Amorim - Brincar é preciso.
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