quarta-feira, 6 de março de 2013

As Quatros fases do Dia

A AURORA E O AMANHECER Os primeiros cantos das aves, no seu despertar, um clarão surge no horizonte, o orvalho da noite repousa sobre as folhas que suavemente pendem com o peso das gotículas. As flores brindam o ar com sua fragrância. No céu as estrelas cintilam como diamante lapidado, como em final de cena, parece exibir todo seu esplendor A luz do astro rei já ilumina o horizonte, mostrando apenas umas fortes pinceladas de amarelo sem que a sua presença seja notado, as aves já plainam suavemente nas alturas como se ainda estivessem sonolentas algumas já procuram seus alimentos e com seus cantos encantam a natureza, Os primeiros raios do astro rei já projetam uma longa sombra deitada sobre aterra, Uma leve brisa parece soprar com a finalidade de fazer as últimas gotículas do orvalho se esvair e deixando no ar uma doce sensação de fragrância da própria terra e dos vegetais.

O MEIO DIA O astro que nos alimenta com o calor e luz. Agora se posiciona no zênite, e nos faz pisar em nossa própria sombra, e os vegetais recolheram para se também a sua própria sombra e presenteiam os animais com o frescor, onde revigoram suas energias. No calor escaldante alguns vegetais se beneficiam e jogam longe suas sementes no estalar dos seus frutos já secos, onde as chances de germinar são maiores.

O ENTARDECER O grande astro rei já inclina suavemente para o horizonte, seus raios vão se misturando aos grãos de poeira do ar e tomando uma cor alaranjada, As sombras dos vegetais e outros corpos vão se alongando pelo chão ao contrário do amanhecer. Algumas aves ainda plainam já com seus apetites saciados, parecem se despedir do dia para se recolher a suas pousadas para seu repouso merecido. O último clarão no horizonte já vai se desfazendo como o final de espetáculo. Desta forma o astro rei se despede e deve iluminar outras terras outros seres no seu eterno compromisso assegurar a vida sobre a terra.

 A NOITE O último Clarão já se despediu e um manto escuro parece abraçar este lado do planeta e vidas animais e vegetais parece embriagado e acalentado pelo sono, no alto, no teto do universo uma cortina se abre na imensidão com pequenas luzes piscando como pirilampos são as estrelas na sua eterna vigília, parece nos espiar. Alguns dormem e sonham, outros viajam na carruagem de suas fantasias, alguns seres indiferentemente aproveita desta longa sombra chamado noite e tiram seus sustento de outros seres desatentos, a coruja ainda ousa com seu canto melancólico desafiar a escuridão. Em alguns períodos o nosso satélite, aquele que nos acompanha nesta epopéia espacial, rouba do astro Rei um pouco da luz branda e prateada e nos brinda, tornando à noite, mais amena, e cenário para poetas e sonhadores. 

Comentário. Enquanto isso nossa nave espacial denominada Planeta terra, deu um giro de 360º Em seu próprio eixo. Mais os seres pensantes que nela habitam, nas suas desvairadas correias deslizando os dedos sobre teclas, conferindo resultados, traçando metas ou envoltos em seus casulos chamados carros, Poucos viram, ouviram ou sentiram Henoch Dias de Amorim Concluído em 03/11/2011

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