sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Auto-suficiência

Tenho una grande admiração pelos vegetais, pois cravam suas raízes na terra a procura dos sais
minerais extraindo e elaborando seus alimentos. Isto é que pode se chamar de auto-suficiência
e ainda mantém uma postura invejável, parecem que estão sempre em harmonia e em paz com Deus. Ao contrário do ser humano que para alimentar se espera a galinha botar ovos, o boi comer o capim, A árvore dar o fruto, A vaca dar o leite, O porco ceder o torresmo e está sempre espreitando um animal indefeso para o fundo da sua panela, com o intuito saciar seus apetites. Seria interessante que nos abastecêssemos como os automóveis, era só chegar em um posto de energia divina e nos empanturrar por um longo tempo, Não necessitaríamos de dentes, nem o boi do chifre, e a cobra do veneno, e nem à Abelha do ferrão. desta forma poderíamos entender que somos todos filhos de Deus, Com os direitos assegurados a auréola divina, para todos os viventes.
Talvez seja essa dependência que nos torna tão miseráveis, estúpidos e violentos.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Refletindo


Tenho sonhos, tenho ilusões, tenho a alma angustiada e atormentada. Este ser que a evolução
milénios vem tentando lapidar, sobre a batuta divina orquestrar.
Passa se milénios, civilizações se vão, Egipto, Grécia dos filósofos, Ate a renascença de efervescência desenfreada, parecia até que enfim o ser havia seu lugar no universo encontrado
Sobre a bandeira do Cristianismo, as artes, a ciência, este ser embalava. Ate este século vinte e hum chegar, com progresso tecnológico alcançado. Porem este ser do chão seu pés eis abandonado vive nas alturas com a mente em migalhas ocupada. Criaste um Deus segundo suas necessidades. filho do dono tudo podendo tudo fazendo, Desta forma um Deus de misericórdia, e de bondade, as vezes é envolvido na estupidez, na ganancia, para a vantagem alcançar, não se dar ao trabalho de como um ser num planeta com outras animais habitar. Tem o trator roncando impiedoso, tem o machado afiado no poderoso punho do Homem tudo destruindo, Árvores tombando e as aves em bando voando sem o pouso seguro. Tem gente correndo da suas reais fragilidades fugindo, Outros em nome de Deus matando, Tem um ser condenado a morte em nome do Deus, Recebendo pedradas de mão insanas, o sangue jorrando tingindo o chão que Deus Criou. Não tem mais Borboletas amarelas subindo ou descendo o ribeirão. As estrelas não brilham como antes pois uma cortina de poeira os empalidecem, as gotículas do orvalho da manhã já não cintilam como diamante lapidado ou os olhos dos desenfreados não os vê mais.
Há mais tem animais expulso do seu Habitate atravessando o asfalto cedendo a vida numa disputa cruel, o Tamamduá ou o Lobo guará na defesa da prole encontrando morte no cinzento asfalto deixando de lado o filhote indefeso sem o calor e amparo, uma batalha perdida
para o herdeiro ao reino divino. Viaje na nave da sua imaginação na velocidade da luz, olhando para traz um ponto de luz brilhando na sua visão, é um torrão de terra perdido na imensidão, Tão pequeno, talvez um átomo ou uma partícula elementar, onde à estupidez faz sua morada e Deus procura um ser lapidar.