Tenho sede, tenho fome, tenho a alma inquieta. Tenho frio, tenho calor. Não tenho asa e quero voar, Quero atravessar barreiras, como uma nave espacial o universo riscar como uma estrela cadente. Chegar onde a imaginação não encontra campo para pousar. Queria ser uma rocha onde as ondas se chocam e se quebram e em espumas é transformada, sem tremer e sem abalo parece as forças da natureza desafiar, Mas o tempo não tem presa e a dança macabra das ondas por séculos vai desafiar, até seu intento alcançar.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Sonho, Quase pesdelo
Um dia quando no pasto o gado guardava, eis que surge o amor de arco e aljava;
Bom! não era exatamente isto que eu queria dizer.
Um dia quando o Astro Rei já iluminava o outro lado do planeta, isto é outras bandas! E um manto escuro nos convidava para o repouso merecido, Cravei o olhar na imensidão do Universo, Estrelas cintilavam e piscavam como um bando de pirilampos em noite escura, tentei fazer minha mente viajar e aterrizar em cada uma delas, A pricipio foi muito fácil e logo estava pulando de uma para a outra num piscar de olho e em seguida voltava a minha base terrestre e logo estava de volta a essa viagem fantastica, até que o sono, meus sentidos requisitara, e reposei minha cabeça sobre o travesseiro, e este me cobrava, porque é deste devaneio possuido? não veres que as estelas são corpos sólidos pura matéria; Os mesmas matérias que compóe esses corpos estão nas suas entranhas e os Perilampos estão mesmo é afim de acasalar isto é fazer amor ou ainda procriar cumprir seu código estabelecido pelos seus genes; Nada de devanear! Ora na verdade nem sei se as estrelas realmente existem e nem tão pouco os pirilampos, mesmo porque faz muito tempo que não vejo essas lampidinhas voantes;
Há então lembrei, se Estrelas, Planetas, Pirilampos, e outros bichinhos mais! São exatamente matérias como nós, talvez seja essa a razão de sentirmos tão atraido e facinado e sentimos que somos parte interagido deste Universo de Deus: Acordei!
Bom! não era exatamente isto que eu queria dizer.
Um dia quando o Astro Rei já iluminava o outro lado do planeta, isto é outras bandas! E um manto escuro nos convidava para o repouso merecido, Cravei o olhar na imensidão do Universo, Estrelas cintilavam e piscavam como um bando de pirilampos em noite escura, tentei fazer minha mente viajar e aterrizar em cada uma delas, A pricipio foi muito fácil e logo estava pulando de uma para a outra num piscar de olho e em seguida voltava a minha base terrestre e logo estava de volta a essa viagem fantastica, até que o sono, meus sentidos requisitara, e reposei minha cabeça sobre o travesseiro, e este me cobrava, porque é deste devaneio possuido? não veres que as estelas são corpos sólidos pura matéria; Os mesmas matérias que compóe esses corpos estão nas suas entranhas e os Perilampos estão mesmo é afim de acasalar isto é fazer amor ou ainda procriar cumprir seu código estabelecido pelos seus genes; Nada de devanear! Ora na verdade nem sei se as estrelas realmente existem e nem tão pouco os pirilampos, mesmo porque faz muito tempo que não vejo essas lampidinhas voantes;
Há então lembrei, se Estrelas, Planetas, Pirilampos, e outros bichinhos mais! São exatamente matérias como nós, talvez seja essa a razão de sentirmos tão atraido e facinado e sentimos que somos parte interagido deste Universo de Deus: Acordei!
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Auto-suficiência
Tenho una grande admiração pelos vegetais, pois cravam suas raízes na terra a procura dos sais
minerais extraindo e elaborando seus alimentos. Isto é que pode se chamar de auto-suficiência
e ainda mantém uma postura invejável, parecem que estão sempre em harmonia e em paz com Deus. Ao contrário do ser humano que para alimentar se espera a galinha botar ovos, o boi comer o capim, A árvore dar o fruto, A vaca dar o leite, O porco ceder o torresmo e está sempre espreitando um animal indefeso para o fundo da sua panela, com o intuito saciar seus apetites. Seria interessante que nos abastecêssemos como os automóveis, era só chegar em um posto de energia divina e nos empanturrar por um longo tempo, Não necessitaríamos de dentes, nem o boi do chifre, e a cobra do veneno, e nem à Abelha do ferrão. desta forma poderíamos entender que somos todos filhos de Deus, Com os direitos assegurados a auréola divina, para todos os viventes.
Talvez seja essa dependência que nos torna tão miseráveis, estúpidos e violentos.
minerais extraindo e elaborando seus alimentos. Isto é que pode se chamar de auto-suficiência
e ainda mantém uma postura invejável, parecem que estão sempre em harmonia e em paz com Deus. Ao contrário do ser humano que para alimentar se espera a galinha botar ovos, o boi comer o capim, A árvore dar o fruto, A vaca dar o leite, O porco ceder o torresmo e está sempre espreitando um animal indefeso para o fundo da sua panela, com o intuito saciar seus apetites. Seria interessante que nos abastecêssemos como os automóveis, era só chegar em um posto de energia divina e nos empanturrar por um longo tempo, Não necessitaríamos de dentes, nem o boi do chifre, e a cobra do veneno, e nem à Abelha do ferrão. desta forma poderíamos entender que somos todos filhos de Deus, Com os direitos assegurados a auréola divina, para todos os viventes.
Talvez seja essa dependência que nos torna tão miseráveis, estúpidos e violentos.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Refletindo
Tenho sonhos, tenho ilusões, tenho a alma angustiada e atormentada. Este ser que a evolução
há milénios vem tentando lapidar, sobre a batuta divina orquestrar.
Passa se milénios, civilizações se vão, Egipto, Grécia dos filósofos, Ate a renascença de efervescência desenfreada, parecia até que enfim o ser havia seu lugar no universo encontrado
Sobre a bandeira do Cristianismo, as artes, a ciência, este ser embalava. Ate este século vinte e hum chegar, com progresso tecnológico alcançado. Porem este ser do chão seu pés eis abandonado vive nas alturas com a mente em migalhas ocupada. Criaste um Deus segundo suas necessidades. filho do dono tudo podendo tudo fazendo, Desta forma um Deus de misericórdia, e de bondade, as vezes é envolvido na estupidez, na ganancia, para a vantagem alcançar, não se dar ao trabalho de como um ser num planeta com outras animais habitar. Tem o trator roncando impiedoso, tem o machado afiado no poderoso punho do Homem tudo destruindo, Árvores tombando e as aves em bando voando sem o pouso seguro. Tem gente correndo da suas reais fragilidades fugindo, Outros em nome de Deus matando, Tem um ser condenado a morte em nome do Deus, Recebendo pedradas de mão insanas, o sangue jorrando tingindo o chão que Deus Criou. Não tem mais Borboletas amarelas subindo ou descendo o ribeirão. As estrelas não brilham como antes pois uma cortina de poeira os empalidecem, as gotículas do orvalho da manhã já não cintilam como diamante lapidado ou os olhos dos desenfreados não os vê mais.
Há mais tem animais expulso do seu Habitate atravessando o asfalto cedendo a vida numa disputa cruel, o Tamamduá ou o Lobo guará na defesa da prole encontrando morte no cinzento asfalto deixando de lado o filhote indefeso sem o calor e amparo, uma batalha perdida
para o herdeiro ao reino divino. Viaje na nave da sua imaginação na velocidade da luz, olhando para traz um ponto de luz brilhando na sua visão, é um torrão de terra perdido na imensidão, Tão pequeno, talvez um átomo ou uma partícula elementar, onde à estupidez faz sua morada e Deus procura um ser lapidar.
há milénios vem tentando lapidar, sobre a batuta divina orquestrar.
Passa se milénios, civilizações se vão, Egipto, Grécia dos filósofos, Ate a renascença de efervescência desenfreada, parecia até que enfim o ser havia seu lugar no universo encontrado
Sobre a bandeira do Cristianismo, as artes, a ciência, este ser embalava. Ate este século vinte e hum chegar, com progresso tecnológico alcançado. Porem este ser do chão seu pés eis abandonado vive nas alturas com a mente em migalhas ocupada. Criaste um Deus segundo suas necessidades. filho do dono tudo podendo tudo fazendo, Desta forma um Deus de misericórdia, e de bondade, as vezes é envolvido na estupidez, na ganancia, para a vantagem alcançar, não se dar ao trabalho de como um ser num planeta com outras animais habitar. Tem o trator roncando impiedoso, tem o machado afiado no poderoso punho do Homem tudo destruindo, Árvores tombando e as aves em bando voando sem o pouso seguro. Tem gente correndo da suas reais fragilidades fugindo, Outros em nome de Deus matando, Tem um ser condenado a morte em nome do Deus, Recebendo pedradas de mão insanas, o sangue jorrando tingindo o chão que Deus Criou. Não tem mais Borboletas amarelas subindo ou descendo o ribeirão. As estrelas não brilham como antes pois uma cortina de poeira os empalidecem, as gotículas do orvalho da manhã já não cintilam como diamante lapidado ou os olhos dos desenfreados não os vê mais.
Há mais tem animais expulso do seu Habitate atravessando o asfalto cedendo a vida numa disputa cruel, o Tamamduá ou o Lobo guará na defesa da prole encontrando morte no cinzento asfalto deixando de lado o filhote indefeso sem o calor e amparo, uma batalha perdida
para o herdeiro ao reino divino. Viaje na nave da sua imaginação na velocidade da luz, olhando para traz um ponto de luz brilhando na sua visão, é um torrão de terra perdido na imensidão, Tão pequeno, talvez um átomo ou uma partícula elementar, onde à estupidez faz sua morada e Deus procura um ser lapidar.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Eu amo
Eu amo meus átomos. Assim como o fazendeiro ama seus bchinhos, tenho uma grande adimiração por todos, más o Oxigenio, o Hidrogenio o Carbono e principalmente o Calcio.
O Oxigenio quando chega nos meus pulmões é uma senssação fantastica. e quando ele juntamente com seu companheirão, mata minha sede é pura maravilha. O Carbono, meu Deus do Ceu!! É um artista está em tudo, tem uma verssatilidade! Deus fez maravilha neste bicho. e por fim o Calcio é um forte, está sempre levando agente pra lá e pra cá, é quem aguenta o peso. Cuido bem de minha fazenda sempre que posso curtimos juntos Mozart, Beethoven, Vivald, Chopin, Grieg, E outros, e sempre tem um tempinho prá um Zeca pagodinho, Martinho da Vila. E tambem um Forrozinho, este último está no sangue e tem uns momentinhos para um Rock do Clássico, que tal Fred Mercury!!E o resto é viver a vida em paz e harmonia.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Filhos do Brasil
FILHOS DO BRASIL
Verdadeiramente Filhos do Brasil somos nós, que trabalhamos 60 anos. Somos nós que saltamos barreiras conquistamos medalhas. Somos nós que acreditamos em sonhos e no fundo de quintal forjamos as primeiras peças e com pioneirismos empregamos dezenas, centenas ou milhares de trabalhadores. Somos nós com Tijolos ou blocos na mão, ajudamos engenheiros a elevar nas alturas os edifícios. Somos nós que nas filas dos hospitais aguardamos silenciosamente ser atendidos em macas ou com filhos no colo, sem quebrar vidraças! Somos nós que com ajuda dos pais ou deles ausentes pagamos escolas á procura do diploma, que lhe garante o emprego. Somos nós que pagamos os impostos e inocentemente patrocinamos a farra do Boi.
SOMOS DIFERENTE;
Nunca fomos lideres Sindicais e nem Terroristas.
Não invadimos património Publico e nem quebramos vidraças
Não tentamos impor ideologias esdrúxulas aos cidadãos, e nem recebemos prémios.
Não fomos políticos corruptos, mensaleiros e cuequeiros.
Não investimos no quanto pior para o Brasil. Melhor para nós.
Não vendemos sardinhas embaladas como Salmão
Não queremos ser Poseidon, ou Neptuno, Deus de todas as águas e também do Pré Sal
Não fizemos churrasco com o Boi alheio.
Não mamamos nas gordas tetas do Estado
Não fazemos parte do clube dos que tem direitos adquiridos.
Não tivemos filhos milionários de um dia para outro
Não vestimos capas pretas como o Zorro. Não defendemos ladrões.
Não pegamos Carona nas carruagens desses bem aventurados deuses do Olimpo
Não decepamos dedo mindinho na prensa, quando acontece é o indicador ou o polegar.
Simplesmente Trabalhamos! Trabalhamos e Trabalhamos, e ainda abocanharam nossas aposentadorias, quando mais necessitávamos dela e distribuíram em benesses para quem nunca trabalhou em troca dos direitos de permanecerem no poder desfrutando das graças do Estado..
Henoch D. Amorim Artista Plástico Aposentado
Verdadeiramente Filhos do Brasil somos nós, que trabalhamos 60 anos. Somos nós que saltamos barreiras conquistamos medalhas. Somos nós que acreditamos em sonhos e no fundo de quintal forjamos as primeiras peças e com pioneirismos empregamos dezenas, centenas ou milhares de trabalhadores. Somos nós com Tijolos ou blocos na mão, ajudamos engenheiros a elevar nas alturas os edifícios. Somos nós que nas filas dos hospitais aguardamos silenciosamente ser atendidos em macas ou com filhos no colo, sem quebrar vidraças! Somos nós que com ajuda dos pais ou deles ausentes pagamos escolas á procura do diploma, que lhe garante o emprego. Somos nós que pagamos os impostos e inocentemente patrocinamos a farra do Boi.
SOMOS DIFERENTE;
Nunca fomos lideres Sindicais e nem Terroristas.
Não invadimos património Publico e nem quebramos vidraças
Não tentamos impor ideologias esdrúxulas aos cidadãos, e nem recebemos prémios.
Não fomos políticos corruptos, mensaleiros e cuequeiros.
Não investimos no quanto pior para o Brasil. Melhor para nós.
Não vendemos sardinhas embaladas como Salmão
Não queremos ser Poseidon, ou Neptuno, Deus de todas as águas e também do Pré Sal
Não fizemos churrasco com o Boi alheio.
Não mamamos nas gordas tetas do Estado
Não fazemos parte do clube dos que tem direitos adquiridos.
Não tivemos filhos milionários de um dia para outro
Não vestimos capas pretas como o Zorro. Não defendemos ladrões.
Não pegamos Carona nas carruagens desses bem aventurados deuses do Olimpo
Não decepamos dedo mindinho na prensa, quando acontece é o indicador ou o polegar.
Simplesmente Trabalhamos! Trabalhamos e Trabalhamos, e ainda abocanharam nossas aposentadorias, quando mais necessitávamos dela e distribuíram em benesses para quem nunca trabalhou em troca dos direitos de permanecerem no poder desfrutando das graças do Estado..
Henoch D. Amorim Artista Plástico Aposentado
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